BAIXO SUL: investimentos em tecnologia reforçam a segurança na região

O superintendente de telecomunicações da Secretaria da Segurança Pública, Ten. Cel. Renato Lima, apresenta e analisa os dados do CICOM do Baixo Sul.

O que em um passado não muito distante era ficção científica hoje já é realidade. Os investimentos estaduais estão transformando a Bahia em um modelo do uso de tecnologia.


A implantação dos CICOMS - Centros Integrados de Comunicação, que reúnem todos os órgãos da Segurança Pública, facilitou o atendimento às emergências.


As cidades passaram a ser monitoradas por câmeras integradas a esses centros e os resultados do investimento se traduzem em números.


O superintendente de telecomunicações da Secretaria da Segurança Pública, Ten. Cel. Renato Lima, apresenta e analisa os dados do CICOM do Baixo Sul.


“Em 2019 nós tivemos aproximadamente 65 mil chamadas; em 2020 isso foi pra 58 mil e em 2021 está na casa dos 49 mil. Então a gente pode inferir, desses números, que as ocorrências estão num patamar de estabilização, o que leva a uma menor necessidade de chamadas pela população”, disse.


Agora, com o processo de digitalização da comunicação na Segurança Pública, novas tecnologias como o reconhecimento facial de criminosos, de placas de carros e de situações suspeitas, estão sendo levadas para o interior do estado e o Baixo Sul está incluído.

O Tenente conta que mais sessenta câmeras vão ser instaladas e conectadas ao CICOM do Baixo Sul.


“No Baixo Sul vamos ter a instalação de mais 60 câmeras, pois já existem 14 para atuar com reconhecimento facial mesmo com o uso de máscara e nesse serviço estamos incrementado a busca de desaparecidos e reconhecimentos de placas”, pontuou.


Lima explicou ainda que o sistema de videomonitoramento vai funcionar de forma inteligente.


“Esse monitoramento vai gerar alertas. Portanto é uma prevenção qualificada. Não é uma prevenção onde os profissionais vão ficar verificando imagens. Essas situações em potencial serão dimensionadas de forma inteligente e toda vez que houver uma identificação pelos analíticos de inteligência, eles vão gerar uma alerta que irá para o centro integrado, que por sua vez atribuirá o recurso necessário para fazer frente a uma resposta para essa necessidade”, concluiu.


com informações da Secom | Bahia/ Alexandre Santana

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