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Alok "revive suas raízes" ao voltar ao Universo Paralello

Em entrevista à Rádio MC, de Ituberá, o 4º melhor Dj do mundo, disse que estar no Pratigi é resgatar um pouco da sua minha essência. "Eu estou aqui com a família e tal; só encontros importantes que precisam acontecer”, disse, Alok".

Um dos anfitriões do Universo Paralello, junto ao pai Juarez Petrillo e o irmão Bhaskar, Alok fez um show incrível, no dia 2 de janeiro, nas areias da Praia de Pratigi, em Ituberá, na Bahia. Após o show na 16ª edição do Festival, o Dj, que está entre os 4 melhores do mundo, segundo a Revista Dj Mag, atrás apenas de Dimitri Vegas, David Guetta e Martin Garrix, disse ao repórter Zito Carvalho, da Rádio MC, que voltar ao UP é reviver suas raízes.


“Cara, voltar aqui significa voltar para as raízes e é muito importante porque as raízes elas nutrem, assim, então a minha carreira foi para um caminho muito destoante, muito diferente. Daí, vir para cá é um momento que eu cheguei para resgatar um pouco da minha essência. Eu estou aqui com a família e tal; só encontros importantes que precisam acontecer”, disse, Alok.


VEJA ÍNTEGRA DA ENTREVISTA:

Alok também falou do Projeto Lógica, que compartilha com o irmão gêmeo Bhaskar, onde ele afirmou ser mais um momento importante que acontece a cada dois anos na Pista Main Floor, a principal do Festival.


Perguntado sobre os estilos diferentes em suas apresentações, Alok destacou que seus shows atendem a públicos diferentes. “A gente tem que se adaptar ao lugar que a gente está. Aqui (no UP), a galera está afim de ouvir outros tipos de som, sabe, um som diferente. Se essa galera tivesse lá no festival de Salvador, eles topariam ouvir o que eu toco lá. Agora, se eu tocar meu repertório do Festival da Virada de Salvador aqui no UP, a galera “taca” lata na minha cabeça, entende (srsrsrsrsrsrsrsr)”, brincou, aos risos, Alok.


NOVOS PROJETOS PARA 2023


Um dos responsáveis pela realização do Festival Universo Paralello, Alok, falou sobre futuro e de seus planos para 2023, quando destacou o projeto ‘Alok Infinite Experience’, que, segundo ele, proporcionará aos fãs um show 100% autoral na questão da estrutura. “Junto a esse projeto estou lançando um novo álbum e um documentário, que por sinal, está levando muito mais tempo do que o álbum pra ficar pronto”, disse.


INSTITUTO ALOK


Num dos momentos da entrevista, Alok aproveitou para falar do seu instituto, que mantém parcerias no Brasil, África e Índia, para o investimento social em ações e projetos que fortalecem o empreendedorismo, a gastronomia social, o desenvolvimento humano e os povos indígenas, dentre outras ações. “Eu sempre fiz muito trabalho filantrópico na minha pessoa física, assim, sabe, tipo eu estava tocando via um quadro e isso me tocava, é mais da minha emoção”. Alok explicou que sua fundação atende as pessoas sem a necessidade de ter uma sede e que mantém apoio a outros projetos. “Essa questão de não ser uma sede que atenda uma galera lá e tenha muitos funcionários é porque, no fundo, acredito que já existem muitos projetos muito legais no Brasil que precisam do nosso apoio, então a gente vai lá e apoia”, disse.


ENTRE OS 4 MELHORES DO MUNDO


A maior revista especializada em música eletrônica do mundo, a DJ Mag, divulgou o ranking 2022 com os 100 maiores Djs’ da atualidade e Alok aparece na 4ª posição. Sobre esse assunto, de forma muito humilde, Alok disse à Rádio MC que não liga muito pra ranking, mas que é legal ser reconhecido. “Eu não me apego muito a isso, entendeu? Tipo, pra mim cara, não importa se é o número 1. Pra mim importa é que a gente faça coisas que importam. O ranking para mim é mais uma questão de representatividade do Brasil lá fora e que eu acho importante a gente ter o nosso pé lá fora”, concluiu.


Alok tocou no dia 2 de janeiro, junto com o irmão Bhaskar, no projeto Lógica, na Pista Main Floor e no mesmo dia incendiou a Pista UpClub num dos shows mais memoráveis do festival.


Por Marcelo Dutra | Reportagem: Zito Carvalho | Foto: Rádio MC


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